15 outubro 2009

As coisas que aprendi na vida

Eis algumas das coisas que aprendi na vida:

Que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto.

Que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la.

Que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.

Que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Que ou você controla seus atos, ou eles o controlarão.

Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências.

Que paciência requer muita prática.

Que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.

Que algumas vezes a pessoa que você pensa que vai lhe dar o golpe mortal quando você cai, é uma das poucas que lhe ajudam a levantar-se.

Que só porque uma pessoa não o ama como você quer, não significa que ela não o ame com tudo o que pode.

Que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens: seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Na maioria das vezes você tem que perdoar a si mesmo.

Que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido; o mundo não pára, esperando que você o conserte.

* Encontrados na Internet

http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/2009/07/29/as-coisas-que-aprendi-na-vida/

09 outubro 2009

Kardec e a educação

Tratando de assunto voltado à melhoria social do homem, em nota ao final do cap. III, da Parte 3a, de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec aborda a questão da educação moral, com a experiência de quem já havia devotado longos anos a serviço da instrução popular, inclusive gratuita:

“(...) Há um elemento, que se não costuma fazer pesar na balança e sem o qual a ciência econômica não passa de simples teoria. Esse elemento é a educação, não a educação intelectual, mas a educação moral. Não nos referimos, porém, à educação moral pelos livros e sim à que consiste na arte de formar os caracteres, à que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos.”

Mais à frente, como que antevendo o agravamento dos problemas sociais da Humanidade, provocado pela ausência de uma ação educacional com característica moral e espiritual, observa:

“(...) Considerando-se a aluvião de indivíduos que todos os dias são lançados na torrente da população, sem princípios, sem freio e entregues a seus próprios instintos, serão de espantar as conseqüências desastrosas que daí decorrem? Quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada, o homem terá no mundo hábitos de ordem e de previdência para consigo mesmo e para com os seus, de respeito a tudo o que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar menos penosamente os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que só uma educação bem entendida pode curar. Esse o ponto de partida, o elemento real do bem -estar, o penhor da segurança de todos.”

Com estas observações tão claras e objetivas do Codificador, não resta dúvida de que o ponto fulcral da tarefa do Movimento Espírita é o de difundir a Doutrina Espírita, colocando em prática a caridade plena no que ela tem de mais significativo, que é o de promover, com prioridade, o trabalho de educação moral e espiritual do homem.

(Revista Reformador 10/2003)