09 Novembro 2009

Jornalzinho de novembro

Link para baixar o Jornalzinho (http://www.4shared.com/file/149284926/f4127edf/jornal_2009-11.html)

Beijos

03 Novembro 2009

Bezerra de Menezes – um homem de bem


“– Descerás às lutas terrestres com o objetivo de concentrar as nossas energiasno país do Cruzeiro, dirigindo-as para o alvo sagrado dos nossos esforços. Arregimentarás todos os elementos dispersos, com as dedicações do teu espírito, a fim deque possamos criar o nosso núcleo de atividades espirituais, dentro dos elevados propósitos de reforma e regeneração. Não precisamos encarecer aos teus olhos adelicadeza dessa missão; mas, com a plena observância do código de Jesus e coma nossa assistência espiritual, pulverizarás todos os obstáculos, à força de perseverança e de humildade, consolidando os primórdios de nossa obra, que é a de Jesus,no seio da pátria do seu Evangelho.”


Conforme relata o Espírito Humberto de Campos, as palavras acima desta-cadas foram dirigidas por Ismael ao Espírito que, com essa incumbência,reencarnou em Riacho do Sangue, Ceará, Brasil, em 29 de agosto de 1831,e recebeu o nome de Adolfo Bezerra de Menezes.

...

15 Outubro 2009

As coisas que aprendi na vida

Eis algumas das coisas que aprendi na vida:

Que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto.

Que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la.

Que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.

Que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Que ou você controla seus atos, ou eles o controlarão.

Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências.

Que paciência requer muita prática.

Que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.

Que algumas vezes a pessoa que você pensa que vai lhe dar o golpe mortal quando você cai, é uma das poucas que lhe ajudam a levantar-se.

Que só porque uma pessoa não o ama como você quer, não significa que ela não o ame com tudo o que pode.

Que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens: seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Na maioria das vezes você tem que perdoar a si mesmo.

Que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido; o mundo não pára, esperando que você o conserte.

* Encontrados na Internet

http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/2009/07/29/as-coisas-que-aprendi-na-vida/

09 Outubro 2009

Kardec e a educação

Tratando de assunto voltado à melhoria social do homem, em nota ao final do cap. III, da Parte 3a, de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec aborda a questão da educação moral, com a experiência de quem já havia devotado longos anos a serviço da instrução popular, inclusive gratuita:

“(...) Há um elemento, que se não costuma fazer pesar na balança e sem o qual a ciência econômica não passa de simples teoria. Esse elemento é a educação, não a educação intelectual, mas a educação moral. Não nos referimos, porém, à educação moral pelos livros e sim à que consiste na arte de formar os caracteres, à que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos.”

Mais à frente, como que antevendo o agravamento dos problemas sociais da Humanidade, provocado pela ausência de uma ação educacional com característica moral e espiritual, observa:

“(...) Considerando-se a aluvião de indivíduos que todos os dias são lançados na torrente da população, sem princípios, sem freio e entregues a seus próprios instintos, serão de espantar as conseqüências desastrosas que daí decorrem? Quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada, o homem terá no mundo hábitos de ordem e de previdência para consigo mesmo e para com os seus, de respeito a tudo o que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar menos penosamente os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que só uma educação bem entendida pode curar. Esse o ponto de partida, o elemento real do bem -estar, o penhor da segurança de todos.”

Com estas observações tão claras e objetivas do Codificador, não resta dúvida de que o ponto fulcral da tarefa do Movimento Espírita é o de difundir a Doutrina Espírita, colocando em prática a caridade plena no que ela tem de mais significativo, que é o de promover, com prioridade, o trabalho de educação moral e espiritual do homem.

(Revista Reformador 10/2003)

30 Setembro 2009

Diploma de pai

Certamente você já viu Diploma de Mãe, desses que são vendidos em bancas de jornais, já impressos, e que só precisam ser preenchidos nos

lugares certos no Dias das Mães, para entrega àquela pessoa muito especial, no seio da qual sua atual existência começou. Não sei se vocês já viram

Diploma de Pai. Se não viram, verão agora, pois tenho um para exibir, rogando-lhes as desculpas pela falta de modéstia. Eu o ganhei no dia em que

comemoramos, a esposa e eu, 49 anos de casamento. Foi escrito por Ana-Maria, aquela mesma pessoinha com a qual este livro começou.

É um diálogo entre o escriba que vos fala e o Pai Eterno. O cenário é o céu, o ano, 1920.

Por ordem do Senhor, Pedro, o querido Pescador de Almas, porteiro perpétuo da mansão celestial, recebe aquele que seria eu e me leva à presença do Altíssimo. Acho até que a Ana-Maria estava por lá, escutando discretamente, por trás de alguma nuvem diáfana, dado que ela reproduziu fielmente a momentosa conversa.

Eis o que ela escreveu:

E como vai você, meu filho?

Vou muito bem, Senhor. Melhor agora, na Sua presença.

“— Que bom que você pensa assim. Mas, te chamei aqui porque, você sabe, você pediu para voltar e resolvi que você vai descer dia 5!

“— Dia 5?

É. Lá na Terra, tem dia, hora, meses, essas coisas... Lá existe o tempo.

“— Ah, sei...

“— Bem, você vai se chamar Hermínio Corrêa de Miranda; sua mãe, Helena, e seu pai, Reduzindo, estão te esperando com muita ansiedade. Você

vai ser o primeiro filho desse casal que está muito próximo do meu Amor.

“— Sim, Senhor.

“- Seu plano de vida já está, como é de praxe, decidido, seguindo sua prévia solicitação.

Mas, naturalmente, você terá o livre-arbítrio, ou seja, o direito de escolher outro plano, de mudar.

”- Sim, Senhor.

“— Você vai primeiro ser filho. Depois, vai ser afilhado, depois, irmão, depois aluno, e...

“- Aluno, Senhor?

“— É, aluno e tio, primo, funcionário, e assim por diante, até ser namorado, noivo e esposo, pra depois ser... PAI. Esta é a mais importante de todas as categorias citadas.

“— PAI, Senhor? Pensei que só o Senhor pudesse ser Pai.

“— Bem, digamos que sou o PAI de todos os pais.

“— Ah, sei...

“— Mas você também vai ser PAI, como disse. Você pediu três filhos; duas meninas e um menino.

“— É mesmo, Senhor?

“— É. Primeiro, é claro, tem a Inez — aquela que vai ser a eterna companheira, a mãe de seus filhos. Depois então, virão a Ana-Maria, a Marta e o Gilberto.
“— Ana-Maria, Marta e Gilberto?

“— É. Foi o que você pediu. Vão te dar muito trabalho, muitos problemas, muitas descrenças, muitos desgostos, mas algumas alegrias que compensam muito de tudo isto. É assim que os pais pensam...

“- Sei...

“— Naturalmente, que isto só vai começar a acontecer daqui a 23 anos.

“— Naturalmente, Senhor. Vinte e três anos...

“- Mas, como ia dizendo, de tudo o que você pediu pra ser, ser PAI é o mais difícil lá na Terra. E com o passar dos anos, vai ser cada vez pior.

“— Entendo, Senhor...

“- Não, meu filho, você não entende. Mas quando chegar a hora você saberá o que fazer; às vezes até com muito sacrificio, renúncia, angústia e até

revolta. Mas, com muita compreensão.

“— Senhor, me parece difícil demais. Revolta e compreensão?

“— É, realmente. Você é quem sabe. Foi o que me pediu.

“— Estou muito receoso, Senhor. Ser pai, como o Senhor... Não vou conseguir.

“— Quem sabe? Daqui a muitos anos, vamos nos encontrar de novo e assim retomaremos esta conversa...

“— Sim, Senhor... Mas, vejo dois envelopes em Suas mãos. São para mim?

“— Ah, já ia chegar lá. Vamos ver. Este aqui, contém minhas instruções para a sua vida de pai. Aqui estão as soluções para todas as situações que vai enfrentar com Ana-Maria, Marta e Gilberto. Aqui está o que lhes dizer, fazer, aconselhar, ensinar, repreender, incluir, tudo. Vou instalar estas instruções no computador do seu espírito!

“— Computa... o quê, Senhor?

“— Computador? Um dia você vai saber. Quando chegar a hora de resolver o problema com um dos rebentos, é só você chamar a memória e já virão todas as MINHAS instruções. Aqui está o programa.

“— Obrigado, Senhor, mas deve haver algum engano, aqui só há uma folha de papel em branco!

“- Não é engano não, meu filho. É que só os PAIS podem ler o que está aí.

“- Ah, entendi, Senhor. E o outro envelope? “— Este contém uma única palavra.

“— Só uma?

“— Só uma. E você só vai poder abrir este envelope no dia em que sentir necessidade de saber uma coisa muito importante.

“— Verdade, Senhor?

“-É.

“— Mas que coisa é esta? Algo relacionado com os filhos?

“— Sim. Vou explicar. Eu sei o que você pensará a respeito de seus filhos. Sei o que eles três pensarão a teu respeito. Mas você não saberá o que eles pensam a teu respeito, como pai.

“-Ah...

“— Então, no dia em que você quiser saber, abra este envelope. Se pelo menos um deles três te chamar da palavra escrita aqui, nesta folha, você terá se aproximado ainda mais de MIM, como... PAI.

“— Sim, Senhor.
“— Bem, chegou a hora. Daqui a um segundo, você não se lembrará de mais nada, por muitos e muitos anos. Vai, Hermínio. Minha bênção e boa sorte.

“— Obrigado, Senhor. Vou sentir Sua falta. Até a volta...”

(O segundo ato se passa na Terra, em 1991. O casal está comemorando 49 anos de união. Recebo de Ana-Maria, o seguinte recado: )

“— Pai, abra aquele envelope hoje. Veja se a palavra escrita pelo Senhor, não foi... AMIGO.

- Era.

* * *

Assim, este livro, que começou com Ana-Maria, termina com esta página que ela criou com o talento e a emoção de que foi generosamente dotada. Ela assinou o meu Diploma de Pai. Ele me responde a uma das perguntas que eu li nos olhos de Ana-Maria, quando, pela primeira vez, nos encontramos do lado de cá da vida. Lembram-se? Ela se perguntava assim: — Será que esse sujeito vai ser um bom pai para mim? Com ele, poderei, um dia, me apresentar lá em cima, como aquele trabalhador de que falou Paulo, que não se envergonhará do trabalho que realizou por aqui, na Terra.

Fim

12 Agosto 2009

“Resta-nos o amor. Nos momentos em que tudo o mais é inútil, ainda podemos amar, sem esperar recompensas, mudanças, agradecimentos. Se conseguimos agir desta maneira, a energia do amor começa a transformar o universo à nossa volta. Quando esta energia aparece, sempre consegue realizar o seu trabalho”.

08 Agosto 2009

É o mesmo pai

“Pois o mesmo Pai vos ama.” - Jesus. (João, cap. 16, vs. 27)

Ninguém despreze os valores da confiança.Servo algum fuja ao benefício da cooperação.

Quem hoje pode dar algo de útil, precisará possivelmente amanhã de alguma colaboração essencial.

Todavia, por enriquecer-se alguém de fraternidade e fé, não olvide a necessidade do desenvolvimento infinito no bem.

Os obreiros sinceros do Evangelho devem operar contra o favoritismo pernicioso.

A lavoura divina não possui privilegiados.

Em suas seções numerosas, há trabalhadores mais devotados e mais fiéis; contudo, esses não devem ser categorizados à conta de fetiches e, sim, respeitados e imitados por símbolos de lealdade e serviço.

Criar ídolos humanos é pior que levantar estátuas destinadas à adoração. O mármore é impassível mas o companheiro é nosso próximo de cuja condição ninguém deveria abusar.

Pague cada homem o tributo de esforço próprio à vida.

O Supremo Senhor espera de nós apenas isto, a fim de converter-nos em colaboradores diretos.
O próprio Cristo afirmou que o mesmo Pai que o distingue ama igualmente a Humanidade.

O Deus que inspira o médico é o que ampara o doente.

Não importa que asiáticos e europeus o designem sob nomes diferentes.

Invariavelmente é o mesmo Pai.

Conservemos, pois, a luz da consolação, a bênção do concurso fraterno, a confiança em nossos Maiores e a certeza na proteção deles; contudo, não olvidemos o dever natural de seguir para o Alto, utilizando os próprios pés.

EMMANUEL
(Do livro "Pão Nosso", 150, FCXavier, FEB)

17 Junho 2009

ACEITAÇÃO

Aceitação construtiva será sempre talvez mais da metade dos ingredientes de solução a qualquer dos problemas que, por ventura, te afligem...

E dizemos "construtiva" porque não se trata de calma inoperante, mas sim de paciência, capaz de improvisar o bem e criando condições para que o bem se faça cada vez mais amplo para quantos nos partilham a vida.

Reflitas nisso e não recuses as dificuldades e provas que não possas afastar ou remediar.

* * *

Antes de recolher-nos ao berço terrestre, na Vida Maior, escolhemos ou somos induzidos a escolher o tipo de experiências das quais temos necessidade para nos melhorarmos ou nos promovermos a planos mais elevados.

Diante disso, busca os recursos precisos à harmonização de tudo o que te interessa à paz e ao bom ânimo para o desempenho das tarefas que a vida te atribui, mas não te proponhas a destruir os meios de que careces para que sintas mais eficiente na construção geral.

* * *

Se trazes algum órgão doente, procura recursos para tratá-lo convenientemente, como se torna indispensável, mas se a moléstia é irreversível, admite-a com paciência, nos domínios do próprio corpo, consciente de que ela terá função específica na preservação de tua paz.

* * *

Tenta recuperar determinados bens que perdeste, em virtude da invigilância de amigos nos quais confiaste; no entanto, se teus devedores estão insolvíveis, esquece os prejuízos sofridos e segue para adiante.

* * *

Protege o próprio lar contra a perturbação e a desarmonia, mas se a tua ação não surte efeito, aceita a casa em que vives por tua escola de regeneração e amor.

* * *

Educa o parente difícil como puderes, entretanto, se esse mesmo familiar prossegue difícil, abraça-o tal qual é, para que aprendas tolerância e humildade.

* * *

Rebeldia complica os melhores planos da vida.

Revolta é atraso lastimável em qualquer organização.

* * *

Acolhe as tuas dificuldades quando não consigas extingui-las, sanando-as, pouco a pouco, sob o esforço de tua energia serena.

 

Não fujas à luta que a vida te propõe, na intimidade de ti mesmo e, atendendo ao trabalho do dia-a-dia, a fim de superá-la, conserva a certeza de que é pelas tuas próprias prestações de serviço ao bem comum que a bênção da vitória te marcará.

 

EMMANUEL

(Do livro "Inspiração", 23, FCXavier, GEEM)

14 Junho 2009

Jornais

Atualizando um pouco esse blog que anda meio abandonado.

Coloquei mais dois jornais para quem quiser baixar por aqui.

Os links são:
Maio: http://www.4shared.com/file/111868264/5d5757aa/jornal_2009-05.html
Junho: http://www.4shared.com/file/111868224/393b92ae/jornal_2009-06.html

05 Junho 2009

A importância do aliado

Não se esqueça que o fraco de hoje pode ser o forte de amanhã.

Ninguém é tolo, e a vida ensina a todos - mesmo que isto exija tempo. Saiba tratar cada um de acordo com suas qualidades espirituais, e não se deixe enganar pelas aparências.

Consiga aliados.

A vida dá muitas voltas, e nos coloca diante de provas a cada momento de nossa existência. Por isso, se você estiver numa posição boa, procure beneficiar seus amigos.

Distribua generosamente aquilo que recebe, e desta maneira nunca lhe faltará nada - mesmo nos momentos difíceis.

Deixe a energia das bênçãos circular livremente. É surpreendente a eficácia da generosidade.

(Paulo Coelho)

12 Maio 2009

Calma

Se você está no ponto de estourar mentalmente silencie alguns instantes para pensar.

Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.

Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.

Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é uma bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.

Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.

Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.

Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga distância entre você e o objetivo a alcançar.

Seja qual  for  a dificuldade, conserve  a calma,  trabalhando, porque, em  todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.

 

Espírito: ANDRÉ LUIZ

Médium: Francisco Cândido Xavier 

Livro: "O Espírito da Verdade" - Edição FEB

30 Abril 2009

ENC: Aceitação

Aceitação construtiva será sempre talvez mais da metade dos ingredientes de solução a qualquer dos problemas que, por ventura, te afligem...

 

E dizemos "construtiva" porque não se trata de calma inoperante, mas sim de paciência, capaz de improvisar o bem e criando condições para que o bem se faça cada vez mais amplo para quantos nos partilham a vida.

 

Reflitas nisso e não recuses as dificuldades e provas que não possas afastar ou remediar.

 

* * *

 

Antes de recolher-nos ao berço terrestre, na Vida Maior, escolhemos ou somos induzidos a escolher o tipo de experiências das quais temos necessidade para nos melhorarmos ou nos promovermos a planos mais elevados.

 

Diante disso, busca os recursos precisos à harmonização de tudo o que te interessa à paz e ao bom ânimo para o desempenho das tarefas que a vida te atribui, mas não te proponhas a destruir os meios de que careces para que sintas mais eficiente na construção geral.

 

* * *

 

Se trazes algum órgão doente, procura recursos para tratá-lo convenientemente, como se torna indispensável, mas se a moléstia é irreversível, admite-a com paciência, nos domínios do próprio corpo, consciente de que ela terá função específica na preservação de tua paz.

 

* * *

 

Tenta recuperar determinados bens que perdeste, em virtude da invigilância de amigos nos quais confiaste; no entanto, se teus devedores estão insolvíveis, esquece os prejuízos sofridos e segue para adiante.

 

* * *

 

Protege o próprio lar contra a perturbação e a desarmonia, mas se a tua ação não surte efeito, aceita a casa em que vives por tua escola de regeneração e amor.

 

* * *

 

Educa o parente difícil como puderes, entretanto, se esse mesmo familiar prossegue difícil, abraça-o tal qual é, para que aprendas tolerância e humildade.

 

* * *

 

Rebeldia complica os melhores planos da vida.

Revolta é atraso lastimável em qualquer organização.

 

* * *

 

Acolhe as tuas dificuldades quando não consigas extingui-las, sanando-as, pouco a pouco, sob o esforço de tua energia serena.

 

Não fujas à luta que a vida te propõe, na intimidade de ti mesmo e, atendendo ao trabalho do dia-a-dia, a fim de superá-la, conserva a certeza de que é pelas tuas próprias prestações de serviço ao bem comum que a bênção da vitória te marcará.

 

EMMANUEL

(Do livro "Inspiração", 23, FCXavier, GEEM)

19 Abril 2009

Terapia do Elogio

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios.

Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos,subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

Comece agora!
Arthur Nogueira (Psicologo)

15 Abril 2009

O exercício da autoconfiança.

...

A autoconfiança é extremamente volátil. No decorrer da vida, nossas experiências vão arquivando monstros imaginários em nossa mente que podem minar a autoconfiança. Rejeições, perdas, conflitos, crises e erros podem mudar a nossa vida de acordo com a maneira que as enfrentamos.

...

Quanto mais decisões você toma, mais percebe que está de fato com controle da sua vida.

...

Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso ou pessoas fracassadas. O que existe são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles.

(Glaicy Coutuinho)

Frase

"Quantos não há que crêem amar perdidamente, porque não julgam senão pelas aparências, e quando são obrigados a viver com as pessoas, não tardam a reconhecer que isso não é senão uma admiração material."
(Livro dos Espíritos)

08 Abril 2009

Virtudes e vícios

Virtudes e Vicios

Ensinam os Espiritos Superiores que toda virtude tem seu proprio merito e que cada uma demonstra em seu possuidor algum progresso espiritual (O Livro dos Esp�ritos, questao 893).

A vivencia do amor, em suas multiplas formas, indica em cada individualidade a compreensao da lei natural escrita em sua consciencia.

O esquecimento e o desprezo da lei divina, ou natural, pelo homem, leva-o aos maus instintos e aos vicios.

Dai a necessidade de os homens, de todas as epocas, serem lembrados do dever de viverem de acordo com a lei do Criador Supremo.

Os missionarios de todos os tempos foram e sao os encarregados de ensinar e lembrar as leis de Deus, todas objetivando o progresso individual e coletivo da Humanidade.

Por isso, antigos sistemas filosoficos, religioes tradicionais ou mais recentes nao sao despreziveis, ja que neles existem germes das grandes verdades.

Embora as religioes pare�am inconciliaveis entre si, todas possuem um nucleo comum, uma unidade substancial, eis que todas se referem a Deus, o Criador do Universo, embora sob varias denominacoes.

(...)

(Juvanir Borges de Souza - Reformador 2002);-)

--
Enviado usando um telefone celular Sony Ericsson

06 Abril 2009

Jornalzinho de abril

Ai pessoal!

Saiu o jornalzinho de abril. Pode baixar por aqui também. Beijo.

http://www.2shared.com/file/5041543/cf428770/ODiaemqueTerraParou-wwwyesfilmesorg.html

Prosperidade

Prosperidade na Terra quer dizer fortuna, felicidade.

Grande parte das criaturas, almejando-lhe a posse, pleiteia relevo, autoridade, domínio...

Gastam-se largos patrimônios da existência para conquistar lhe o prestigio e não falta quem surja no prélio estudando as forças ocultas para incorporar-lhe o bafejo.

Milhões dos homens de hoje vivem à cata de ouro e predominância, com o mesmo empenho com que antigamente, em aprendizados mais simples, se entregavam aos misteres primitivos de caça e pesca.

É que, na procura desse ou daquele valor da vida, mobilizamos a energia mental, constituída à base de nossas emoções e desejos.

O espelho do coração, constantemente focado no rumo dos objetos e situações que buscamos, traz-nos à rota os elementos que nos ocupam a alma.

Não esqueçamos, todavia, que, na laboriosa jornada para a Glória Divina, nos confundimos sempre com aquilo que nos possui a atenção, demorando-nos nesse ou naquele setor de luta, conforme a extensão e duração de nossos propósitos.

Como no filme cinematográfico, em que a história narrada é feita pelos quadros que se sucedem, ininterruptos, a experiência que nos é peculiar, nessa ou naquela fase da vida, constitui-se dos reflexos repetidos de nossos sentimentos, gerando idéias contínuas que acabam plasmando os temas de nossa luta, aos quais se nos associa a mente, identificando-se, de modo quase absoluto, carapaça, formada por ela própria, se isola e refugia.

Em razão disso, o conceito de prosperidade no mundo é sempre discutível, porquanto nem todos sabem possuir, elevar-se ou comandar com proveito para os sagrados objetivos da Criação.

Muita gente, pela reflexão mental incessante em torno dos recursos amoedados, progride em títulos materiais; entretanto, se os não converte em fatores de enriquecimento geral, cava abismos dourados nos quais se submerge, gastando longo tempo para libertar-se do azinhavre da usura.

Legiões de pessoas no século ferem o solo da vida, com anseios repetidos de saliência individual, e adquirem vasto renome na ciência e na religião, nas letras e nas artes; contudo, se não movimentam as suas conquistas no amparo e na educação dos companheiros da senda humana, quase sempre, muito embora

fulgurem nas galerias da genialidade, sofrem o retorno das ondas mentais de extravagância que emitem, caindo em perigosos labirintos de purgação.

Há, por isso, muita prosperidade aparente, mais deplorável que a miséria material em si mesma, porque a mesa vazia e o fogão sem lume podem ser caminhos de louvável reparação, enquanto o banquete opíparo e a bolsa farta, em muitas ocasiões, apenas significam avenidas de licença que correm para o despenhadeiro da culpa, de onde só conseguiremos sair ao preço de longos estágios na perturbação e na sombra.

Muitos religiosos perguntam por que motivo protegeria Deus o progresso material dos ímpios. Em verdade, porém, semelhante fortuna não existe, de vez que a prosperidade, ausente da reta conduta, não passa de apropriação indébita e é como roupa brilhante cobrindo chagas ocultas, que exigem a formação de reflexos contrários aos enganos que as originaram, a fim de que a prosperidade legítima, a expressar-se em serviço e cultura, amor e retidão, confira ao espírito o reflexo dominante da luz.

(Francisco Cândido Xavier - Pensamento e Vida - pelo Espírito Emmanuel)

01 Março 2009

Jornalzinho de março

E ai amigos?! Novo jornalzinho fresquinho, hein. Clique aqui para baixar.

Abraços.

12 Janeiro 2009

Victor Hugo

Quando morreu, no século XIX, Victor Hugo arrastou nada menos que dois milhões de acompanhantes em seu cortejo fúnebre, em plena Paris. Lutador das causas sociais, defensor dos oprimidos, divulgador do ensino e da educação.

O genial literato deixou textos inéditos que, por sua vontade, somente foram publicados após a sua morte.

Um deles fala exatamente do homem e da imortalidade e se traduz mais ou menos nas seguintes palavras:

"A morte não é o fim de tudo.
Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra.
Na morte o homem acaba, e a alma começa.

Que digam esses que atravessam a hora fúnebre, a última alegria, a primeira do luto.
Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?

Eu sou uma alma.
Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser.
O que constitui o meu eu, irá além.

O homem é um prisioneiro.
O prisioneiro escala penosamente os muros da sua masmorra.
Coloca o pé em todas as saliências e sobe até ao respiradouro.

Aí, olha, distingue ao longe a campina,
Aspira o ar livre, vê a luz.

Assim é o homem.
O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade.
Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?

De que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?
Por que não possuirá ele um corpo sutil, etéreo.

É por demais pesado para esta terra.
A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo.

Os nossos olhos carnais só vêem a noite.
O mundo luminoso é o mundo invisível.
O mundo do luminoso é o que não vemos.

A alma, que estava vestida de sombra, vai ser vestida de luz.

A morte é uma mudança de vestimenta.

Na morte o homem fica sendo imortal.
A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a terra, pelo peso que faz nela.

A morte é uma continuação.
Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.

As almas passam de uma esfera para outra, tornam-se cada vez mais luz.
Aproximam-se cada vez mais e mais de Deus.

O ponto de reunião é no infinito.
Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.
Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito”.

(Victor Hugo)

Muitos consideram que o falecimento de uma pessoa amada é verdadeira desgraça, quando, em verdade, morrer não é finar-se nem consumir-se, mas libertar-se. Assim, diante dos que partiram na direção da morte, assuma o compromisso de preparar-se para o reencontro com eles na vida espiritual.

Prossegue em sua jornada na Terra sem adiar as realizações superiores que lhe competem. Pois elas serão valiosas, quando você fizer a grande viagem, rumo à madrugada clarificadora da eternidade. Que Deus nos ilumine hoje e sempre!

07 Janeiro 2009

Jornal de janeiro

Mais um jornalzinho a disposição de quem quiser ou puder baixar.

Beijo a todos!

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06 Janeiro 2009

As parábolas e sua interpretação.

AS PARÁBOLAS E A SUA INTERPRETAÇÃO



Na acepção geral do termo, parabola é uma narrativa que tem por fim transmitir verdades indispensáveis de serem compreendidas.


As Parabolas dos Evangelhos são alegorias que contém preceitos de moral.


O emprego contínuo, que durante o seu minist�rio Jesus fez das par�bolas, tinha por fim esclarecer melhor seus ensinos, mediante compara��es do que pretendia dizer com o que ocorre na vida comum e com os interesses terrenos. Sugeria, assim, o Mestre, figuras e quadros das ocorr�ncias cotidianas, para facilitar mais aos seus disc�pulos, por esse m�todo comparativo, a compreens�o das coisas espirituais.


Aos que o ouviam ansiosamente, procurando compreender seus discursos, a par�bola tornava-se-lhes excelente meio elucidativo dos temas e das disserta��es do Grande Pregador.

Mas os que n�o buscavam na par�bola a figura que compara, a alegoria que representa a id�ia espiritual, e se prendiam � forma, desprezando o fundo, para estes a Doutrina nem sequer aparecia, mas conservava-se oculta, como a noz dentro da casca.


Da� a resposta de Jesus aos disc�pulos que lhe inquiriram a raz�o de Ele falar por par�bolas: �Porque a v�s � dado conhecer os mist�rios do Reino dos C�us, mas a eles n�o lhes � isso dado. Pois ao que tem, dar-se-lhe-� e ter� em abund�ncia; mas ao que n�o tem; at� aquilo que tem ser-lhe-� tirado.�


�Por isso lhes falo por par�bolas, porque vendo n�o v�em; e ouvindo n�o ouvem, nem entendem. E neles se est� cumprindo a profecia de Isa�as, que diz: Certamente ouvireis, e de nenhum modo entendereis. Porque o cora��o deste povo se fez pesado, e os seus ouvidos se fizeram tardos, e eles fecharam os olhos; para n�o suceder que vendo com os olhos e ouvindo com os ouvidos, entendam no cora��o e se convertam e eu os cure.�


Pelo trecho se observa claramente que os fariseus e a maioria dos judeus, em ouvindo a exposi��o da par�bola, s� viam a figura aleg�rica que lhes era mostrada, assim como, quem n�o quebra a noz, s� lhe v� a casca.


Ao passo que com seus disc�pulos n�o acontecia a mesma coisa; eles viam e ouviam o ensino, o sentido espiritual que permanece para sempre; n�o se prendiam � figura ou a palavra sonora, que se extingue desvanece.

De modo que os fariseus ouviam, mas n�o ouviam; viam, mas n�o viam; porque uma coisa � ver e ouvir com os olhos e ouvidos do corpo, outra coisa � ver e ouvir com os olhos e ouvidos do Esp�rito.


A condi��o que Jesus exp�e, como sendo indispens�vel �para nos ser dado e possuirmos em abund�ncia� � como diz o texto, de �n�s termos� � Mas �termos� o qu�? Certamente algum princ�pio doutrin�rio unido � boa vontade para recebermos a Verdade � �Aquele que tem ser-lhe-� dado e ter� em abund�ncia.�


E o obst�culo � recep��o da sua Doutrina � o indiv�duo �n�o ter� � n�o ter a mais ligeira inicia��o espiritual e n�o ter boa vontade para receber a Nova da Salva��o.


De modo que a Par�bola Evang�lica � uma instru��o aleg�rica, exposta sempre com um fim moral, como um meio f�cil de fazer compreender uma li��o espiritual, pelo menos, a opini�o do evangelista Mateus quando diz: �Todas estas coisas falou Jesus ao povo em par�bolas, e nada lhes falava sem par�bolas; para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Abrirei em Par�bolas a minha boca, e publicarei coisas escondidas desde a cria��o.� (Mateus, XIII, 34-35).


Finalmente, as Par�bolas t�m pouca import�ncia para os que as tomam como foram escritas; demais, o sentido nunca deve ser desnaturado ou transviado, sob pena de prejudicar a Id�ia Crist�. Por exemplo, ao que v� na par�bola do �tesouro escondido� um meio de enriquecer materialmente, ou na par�bola do �administrador infiel� uma li��o de infidelidade, lhe ser� prefer�vel fechar os Evangelhos e continuar a tratar de seus neg�cios materiais.


A intelig�ncia dos Evangelhos explica perfeitamente a interpreta��o espiritual que Jesus d� aos seus ensinos. Se os Evangelhos fossem um amontoado de alegorias sem significa��o espiritual, nenhum valor teriam.
(Cairbar Schutel, do livro: Parábolas e Ensinos de Jesus)

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